corpo negro

"Estas fotografias são acasos construídos pela busca da imagem real do Negro. De um cotidiano original, sem máscaras, mas repleto de sonhos. Por que dos sonhos se alimentam os Homens. Esta raça nos dá a certeza de que o vigor é o que vem de dentro. Ao aproximar-me da imagem aprisiono a memória da raça. Fotografar a Bahia é fotografar meu avesso cultural. É construir-me em um paradoxo; por que nem mesmo a miséria perde sua alegria; porque o parece calmo pode ser tenso, por que a música é preta e faz mexer; porque o verso não escolhe cor".  

silvana leal 

 

                                                                                                                  l

* Participa da Mostra Internacional de Fotografia dentro do evento Cara e Cultura Negra, com a exposição individual Corpo Negro, no Teatro Nacional Claudio Santoro, Brasília – DF, em 2008. Em 2011 participa 2º Festival de Fotografia Floripa Na Foto, Exposição Coletiva Intervenção Urbana no Terminal de Integração Centro, Florianópolis, SC.

a inocência
a inocência

Salvador - BA, 2008

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a espera
a espera

Salvador - BA, 2008

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café da manhã
café da manhã

Salvador - BA, 2008

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alma negra
alma negra

Salvador - BA, 2008

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de súbito a sombrinha
de súbito a sombrinha

Salvador - BA, 2008

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