Pássaro Preso
Manifesto Audiovisual e Alquimia Sonora
Pássaro Preso é uma investigação profunda sobre a liberdade e a metalinguagem na contemporaneidade. Como uma obra audiovisual híbrida, o álbum dissolve as fronteiras entre gêneros musicais, estabelecendo um diálogo entre a palavra ritmada, as texturas do piano elétrico e o rigor dos sintetizadores.
Nesta arquitetura sonora, a poesia abdica do canto tradicional para assumir sua função máxima como matéria acústica. Fruto da sinergia entre a artista multimeios Silvana Leal e o músico argentino Billy Shears, a obra nasceu de encontros poéticos e performáticos que transmutam a urgência do espírito em paisagem sonora.
Um disco que ecoa a busca pelo autogoverno e pela liberdade — o ponto crucial da consciência na Era de Aquarius. Pássaro Preso não é apenas para ser ouvido; é um dispositivo para ser habitado.

PÁSSARO PRESO
Uma obra audiovisual que transfigura o confinamento em rítmica. A palavra assume o papel de instrumento, onde a dicção e o jogo fonético elevam a música a um novo território experimental.
Criado em parceria com Billy Shears, o clipe simboliza o personagem que habita todos nós: um ser que busca romper os muros da própria imagem e os temores do isolamento para alcançar a liberdade.
MORRER PELA BOCA
Um mergulho no silêncio como via de maturação emocional e elevação espiritual. A obra apresenta a "Fada Molusca", personagem que personifica a natureza em seu estado transcendente.
Inspirado pela ecologia profunda de Gary Snyder, o clipe utiliza o mar como elemento de transição, onde o silêncio deixa de ser ausência para se tornar o movimento fluído da alma.
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ESPAÇAMENTO LÍRICO DO EU PROFANO
Uma linguagem inusitada que funde o erotismo dos quadrinhos à performance. O corpo é colocado no centro metalinguístico, servindo à poesia através de um movimento libertário e sedutor.
Influenciada pela estética de Milo Manara, a obra propõe a interpenetração de palavras e imagens. É um poema-enigma que convida o espectador a deglutir o lirismo entre o corpo e o espírito.
SEGUE O CORPO
Uma linguagem inusitada que funde o erotismo dos quadrinhos à performance. O corpo é colocado no centro metalinguístico, servindo à poesia através de um movimento libertário e sedutor.
Influenciada pela estética de Milo Manara, a obra propõe a interpenetração de palavras e imagens. É um poema-enigma que convida o espectador a deglutir o lirismo entre o corpo e o espírito.


SOU A POESIA
Um manifesto sobre a soberania feminina e o papel da mulher na arte. A obra confronta a visão histórica da mulher como "musa-objeto" e a reafirma como protagonista inteligente e criadora.
Ambientado entre o Ateliê e o Castelo de Fontainebleau (França), o clipe é uma homenagem aos poetas de língua portuguesa e um grito de independência: "Não sou mercadoria, sou a poesia